Vale a pena ser feliz

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

É algo indescritível...

Desde que tomei conhecimento do Cirque du Soleil na ocasião de sua apresentação de "Os Saltimbancos", que minha paixão por suas atividades tomaram conta de mim durante algum tempo e fui impelida a adquirir todos os dvds de shows, documentários e livros. No espetáculo ria e chorava de emoção ante tudo que ia passando no picadeiro. Nele, homens e mulheres desafiavam os limites dos próprios corpos e da lei da gravidade. Isso para mim é de uma beleza imensa!
Ao longo da sua evolução, o Cirque du Soleil optou por se envolver com os seres humanos e as coletividades, e atuar junto de um número cada vez maior de pessoas com o objetivo de ajudar a melhorar a qualidade de vida de todos os seres humanos.O Cirque du Soleil procura conduzir-se de maneira a respeitar seus funcionários, parceiros, clientes, vizinhos e o meio ambiente, bem como as leis e culturas de todos os lugares onde está presente.

Na realização de seus sonhos e nas suas atividades práticas, o Cirque du Soleil deseja posicionar-se na comunidade como um agente de mudança responsável. Este compromisso com a responsabilidade social é central para as estratégias de negócio e os métodos de gestão da organização.

Enfim, este circo é uma proposta de vida toda especial, onde todos os artistas têm que saber o que o outro faz e aprender um pouco da especialidade de cada companheiro seu. Isto é fantástico porque todos se encontram no mesmo nível. E até os empregados de suporte também são artistas e as tarefas diárias do circo são em sistema de rodízio, onde todos podem participar de tudo. Bem, ao lado disso o espetáculo é sempre cuidadoso nos números apresentados, nas fantasias, na maquiagem, no sistema de troca de números e até nas palhaçadas.

O Cirque du Soleil começou quando um grupo de artistas de rua no Quebec (Canadá) decidiu criar uma nova maneira de exprimir a paixão do grupo pelas artes circenses. Sob a direção de Guy Laliberté, o Cirque du Soleil usou a sua paixão pela criatividade e pela inovação para redefinir a paisagem do entretenimento e maravilhar espectadores do mundo inteiro.A empresa conta com quase 4000 funcionários, de 40 países diferentes, incluindo 1000 artistas.



Depois de turnês em seis cidades brasileiras (Fortaleza, Recife/Olinda, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, e Pinhais/Curitiba), chegou ao Rio para eu me deleitar com QUIDAM. O que significa esse nome e qual o enredo desse espetáculo?Copiei do encarte de propaganda do próprio Cirque du Soleil e repasso para vocês.



"Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. Poderia ser qualquer um. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha. É este o "quidam" que o Cirque du Soleil celebra.

Quidam, dirigido por Franco Dragone, transforma um mundo anônimo num espaço de esperança e de relacionamentos.Com mais de 50 artistas de mais de dez países, esta produção é uma excitante combinação de arte acrobática, maestria técnica, criações extravagantes e uma inspiração musical excepcional, harmoniosamente entrelaçadas por um fio emocional dramático. Realmente, a música criada por Benoît Jutras é de uma beleza imensa, indo buscar as imensidões da alma humana.

Quidam, com toda a certeza, foi uma das coisas mais maravilhosas que eu ja vi na minha vida. Foram duas horas em que ou fiquei de queixo caido ou dei altas gargalhadas ou me deliciei com as músicas ou acompanhei com entusiasmo a evolução do enredo ou posicionei cada personagem com o seu valor metafórico. Os personagens são muito interessantes.

Os limites humanos superados em cada sessão. Força, equilíbrio e habilidade, tornam o espetáculo "Quidam" empolgante e alucinante. Momentos incríveis são vividos no Cirque du Soleil

Levic .

3 comentários:

Giane disse...

Também vou conhecer essa maravilha que é o "Cirque du Soleuil" um dia, Amiga de Boas Palavras, mas somente quando o "Dralion" aportar aqui no Brasil.

Até lá, sigo esperando e economizando, porque um dia vou ver o Grande Chapiteau por dentro e em pleno espetáculo!

De fato, Vale á Pena assistir ao Cirque!

Beijos mil!!!

Dead or Alive disse...

Hi!
Senti falta de um lugar pra deixar recados, liga não que sou assim mesmo, já chego dando pitaco, mas é que queria agradecer a gentileza de honrar nossa simples alcatéia, tomara agrade.
Fico feliz em compartilhar, faz bem pra alma deste lobo andarilho, enjoy querida, Enjoy!!!!!!!!!!!

Sr do Vale disse...

Vim marcar uma consulta com a psicologa, espero não pirarmos juntos.
Certa vez vinha passando diante da televisão e uma coisa diferente estava acontecendo, era uma mistura de teatro, show com música progressiva, ópera, performance, acrobacias, um espetáculo surreal mágico, como a um conto de fadas, algo onírico.
Acomodei-me para ver tal magnífico espetáculo, algo com que eu já havia pensado, pois sabia que tanto o circo como o teatro tinham que se atualizar, buscar uma forma dinâmica de apresentação, utilizando-se de contextos que fossem mais próximo dos sentimentos elementares, e não simplismente algo superficial.
Fiquei apaixonado por aquilo tudo, e disse a mim mesmo, quando estes caras vierem ao Brasil eu vou ver, mesmo que custe caro.
Pois bem, passaram-se mais ou menos dez anos dessa declaração, quando Saltibancos aportaram aqui em São Paulo, e lá estava eu, cumprindo minha promessa, alias, eu, Sá e Kel, o preço era bem salgado, mas como promessa é divida...
Mas valeu cada tostão, um grande show, algo de arrepiar, tal é a emoção que sente, através magia que nos intercepta.

E ao sair, uma coisa ficou clara, valeu a pena.